Publicado em 08 de Fevereiro de 2019

Prefeito reforça importância da vacinação contra febre amarela

Procura pela vacina caiu nos últimos dias. “Preocupação não pode esfriar. Temos que continuar muito atentos para essa prevenção”, relatou ele, ao se encontrar com a secretária de Saúde.
O prefeito Marcelo Roque esteve na Secretaria Municipal de Saúde recentemente para se inteirar da situação da pasta e, sobretudo, para atualizar as informações referentes à vacinação contra a febre amarela em Paranaguá. No entanto, ficou preocupado ao ser informado de que nos últimos dias houve uma diminuição na procura pelas doses nas unidades básicas. “Preocupação não pode esfriar. Temos que continuar muito atentos para essa prevenção”, advertiu ele.

De 28 de janeiro até o dia 6 de fevereiro (ontem) foram vacinadas 8.139 pessoas em Paranaguá. A intensificação da aplicação das doses começou após o anúncio da suspeita da morte de 3 macacos em Antonina, que foi confirmada. No dia 1.º de fevereiro foi confirmado o primeiro caso em humano da doença, o que provocou alta procura nas unidades básicas, mas que vem decrescendo nos últimos dias. Nesta semana, na segunda-feira foram vacinadas 1.055 pessoas, contra 328, na terça-feira, e 646 na quarta-feira.

“Peço que nossa população continue procurando nossas unidades básicas e fazendo a vacina. Não podemos esquecer que o mosquito Aedes Aegypti também transmite a febre amarela e temos um número alto deste vetor em nossa cidade”, alertou o prefeito, durante visita que fez à secretaria municipal de Saúde, Lígia Regina de Campos Cordeiro.

A aplicação da vacina da febre amarela era rotina das unidades de saúde, sendo oferecida uma vez por semana, exceto na Gabriel de Lara, onde poderia ser feita todos os dias. Após o anúncio da suspeita de morte de macacos em Antonina o prefeito Marcelo Roque determinou que as doses fossem oferecidas em todos os postos em horário comercial (8h às 17h) e também nas 7 que atuam com horário estendido (das 18h às 23h). São elas: Alexandra, Jardim Iguaçu, Vila Divinéia (Branquinho), Serraria do Rocha, Gabriel de Lara, Vila Garcia e Ilha dos Valadares (Rodrigo Gomes).

Somente a partir de 2015 é que o Ministério da Saúde criou um sistema para integrar os dados referentes à vacinação da febre amarela. Antes disso não havia o registro oficial de quem já tinha sido imunizado com a dose, o que dificulta a obtenção de números reais referentes aos que já foram imunizados. Essa dificuldade também levou o prefeito Marcelo Roque a determinar que os agentes comunitários de saúde façam a busca ativa de pessoas que já tenham sido vacinadas. Comprovando a aplicação, por meio de carteira, os dados são recolhidos e são inseridos no sistema, para melhorar os dados relativos à cobertura vacinal.

QUEM PODE SE VACINAR?

Podem receber a vacina contra a febre amarela pessoas com idade entre 9 meses e 60 anos incompletos. Quem estiver acima desta faixa etária, gestantes e mulheres que estejam amamentando bebê com até seis meses só podem ser imunizadas se tiverem indicação médica.

Não podem fazer a vacina pessoas com imunossupressão secundária à doença ou terapias imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia, corticóides acima de 2mg/dia). E ainda, pacientes que fazem uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença, transplantados e pacientes com doença oncológica em quimioterapia, pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma)

Pessoas vivendo com HIV/AIDS com imunodeficiência grave também não podem receber a dose, bem como quem fizer reação alérgica grave ao ovo.

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Jornalista: Osvaldo Capetta

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