Publicado em 24 de Março de 2016

Após fechamento do lixão, destinação de resíduos é feita de forma adequada pela Prefeitura

Assunto foi abordado no II Fórum Dengue Litoral, neste mês. Aterro sanitário promove remoção de possíveis criadouros do Aedes Aegypti de forma efetiva e correta ecologicamente.
Neste mês, aconteceu no plenário da Câmara Municipal de Paranaguá o II Fórum Dengue Litoral, realizado pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS), abordando não só a dengue, como também o Zika vírus e o chikungunya, bem como a questão dos resíduos sólidos em Paranaguá, com foco no Aterro Sanitário municipal e na eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes Aegypti. A primeira-dama, Drª Terezinha Flenik Kersten, médica de carreira do Estado, representou o prefeito Edison Kersten no evento e ressaltou a importância ecológica e social do fechamento do lixão do Imbocuí, feito pela atual administração municipal.

O presidente do Conselho Municipal de Saúde , José Dougiva da Costa, a secretária municipal de Saúde, Sandra Machado Marcondes, a chefe da 1ª Regional de Saúde da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), Drª Ilda Nagafuti, o representante do Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR), promotor de Justiça Dr. Leonardo Dumke Busatto e a advogada do Conselho Municipal de Saúde, Drª Bernardete Maria de Carvalho Leandro, também fizeram parte da bancada de discussão.

Segundo a primeira-dama, Drª Terezinha Kersten, é necessário frisar o plano feito pela administração do prefeito Edison Kersten para o fechamento do Lixão do Embocuí, como era conhecido o local onde teve atividades encerradas em agosto de 2015, com promoção desde então de destinação de resíduos e de possíveis criadouros do mosquito de forma correta e efetiva. "O fechamento é uma demonstração de respeito ao meio ambiente por parte do município e está de acordo com Resolução CEMA/94/2014 e Resolução CEMA/94/2014, apresentando as diretrizes para encerramento do mesmo. Todo este processo stá em processo final de licitação", afirma a primeira-dama

Com o fechamento do lixão, o município contratou uma empresa que ficou responsável por um aterro sanitário totalmente regularizado ecologicamente. "O Aterro Sanitário está com licenças ambientais válidas e a empresa G.M., responsável atualmente pelo local, atende outros municípios do litoral. Há apresentação constante da medição dos resíduos e as licenças ambientais vigentes", completa Drª Terezinha.

A destinação de resíduos ao aterro sanitário é feita pela Prefeitura diariamente, inclusive de possíveis criadouros do mosquito Aedes Aegypti que são depositados nas caçambas colocadas em todos os bairros pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma). Cada carregamento enviado ao local deve ser pago à empresa, que promove a eliminação dos resíduos de forma correta ecologicamente e com eliminação constante de possíveis pontos de proliferação do mosquito.

A empresa responsável promoveu uma série de adaptações no aterro sanitário, seguindo obrigações contratuais pedidas pela Prefeitura. Entre elas, estão garantias de que o solo e o conjunto hídrico do município não receberá nenhum tipo de poluição, bem como que câmeras serão colocadas no local, para que o município possa fiscalizar as atividades do aterro em tempo real, entre outros itens presentes no contrato.




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Jornalista: Leonardo Quintana Bernardi

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