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Santuário do Rocio

Santuário da Padroeira do Paraná

O templo de N. Sra. do Rocio é o Santuário da padroeira do Paraná. A devoção remonta à segunda metade do Séc. XVII. Reza a tradição que a imagem miraculosa da Virgem do Rocio foi encontrada nas malhas da rede de pescar de pai Berê, humilde pescador que vivia à margem costeira da Baía de Paranaguá, no local chamado Rocio. Pai Berê e outros pescadores instituíram o culto à Santa do Rocio, ali se reunindo para rezar o terço, especialmente no mês de novembro. Em 1813 foi construída a Capela de Nossa Senhora do Rocio em 1977, o decreto da Sagrada congregação para o culto Divino do Vaticano declara, em nome de Paulo VI, Nossa Senhora do Rocio padroeira do Paraná.

A igreja foi ampliada e reformada até adquirir suas características atuais. Hoje faz parte do Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio, Pólo de Turismo Religioso do Paraná.

Tel. (41) 3423-2020

Horário de visitação: quarta-feira a segunda-feira das 8h às 20h, terça-feira das 8h ás 18h.

Praça da Fé

Situada no antigo aterro do Rocio, foi construída em 1999, para a manifestação plena da Fé que aproxima o homem do seu Criador. Inaugurada em 15 de novembro de 1999, com uma grande missa campal, com representações romeiras de diversos pontos do Brasil, dentro das festividades da Festa do Rocio.

Nossa Senhora do Rocio

Padroeira do Estado do Paraná, a devoção a nossa Senhora do Rocio, tem raízes profundas na vida do povo do litoral do Paraná, pois data dos meados do século XVII, pouco tempo após a elevação de Paranaguá a Vila, em 1648. Segundo relata o historiador Vieira dos Santos, já em 1686 os habitantes da Vila de Paranaguá haviam recorrido aos favores da Virgem do Rocio para que livrasse da terrível peste que assolava o litoral, nessa época. Antes dessa data, sabe-se somente que um pescador chamado Pai Berê achou a imagem que é de Nossa Senhora em estilo barroco. Uma lenda diz que ele retirou a imagem da margem da baía, na rede, enquanto pescava. Outra diz que a encontrou num campo de "rosas loucas", no barranco a beira da baía. Por um tempo a pequenina imagem ficou no oratório na casa de Pai Berê, onde se tornou objeto da devoção dos pescadores, sendo batizada com nome de Nossa Senhora do Rocio.

O seu culto se difundiu, aumentando a fé e a esperança em Nossa Senhora do Rosário do Rocio, atraindo devotos não somente das redondezas, mas de toda a vila. Outra lenda marcada profundamente na fé do povo parnanguara conta que, quando alguns devotos tentaram por diversas vezes levar a imagem para a Igreja da Vila, misteriosamente ela desaparecia retornando como pequena luz pelos caminhos da velha estrada do Rocio para o local de sua original devoção, às margens da baía.  Através dos anos, a devoção cresceu até o milagre que deu fim a peste, em 1886, milagre que se repetiu ao longo dos séculos em inúmeras ocasiões em que a Santa do Rocio atendeu aos seus devotos com curas individuais e coletivas, como nos casos da peste bubônica, em 1901, e da gripe espanhola em 1918.

Há ainda, inúmeros registros de socorro da Virgem do Rocio prestados aos marinheiros em violentas tempestades, tragédias no mar, os quais se tornaram seus devotos e a homenagearam com procissões e comoventes romarias pelas ruas da cidade, rumo ao santuário. Além desses, registram-se muitos outros milagres ocorridos em diversas cidade do Paraná sob a intercessão da Virgem do Rocio, cujas festa se realiza no dia 15 de novembro. É nesse dia que a Fé atinge o seu ponto mais alto, razão pela qual, Nossa Senhora do Rocio foi consagrada Padroeira do Paraná, pelo Papa Paulo VI, em 1977 indicando a igreja do Rocio como seu Santuário.



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