Publicado em 14 de Novembro de 2017

Balanço aponta aplicação de 36 mil vacinas contra dengue

Índice ficou abaixo do esperado. Para a segunda dose foram apenas 32% da meta estabelecida e para a terceira, 70%.
A terceira etapa da campanha de vacinação contra a dengue terminou no último sábado (11), mas o balanço foi divulgado no final da tarde desta segunda-feira. Os números estão bem aquém do esperado em Paranaguá. Somente 7.517 pessoas foram imunizadas com a segunda dose, registrando 32,21% da meta estabelecida. Para a terceira o número foi bem melhor, mas ainda abaixo. Foram 28.977 doses aplicadas, totalizando 70,10%.

Os dados do Departamento de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde e Prevenção (Semsap) apontam que 36.494 pessoas foram vacinadas nesta terceira etapa da campanha, com um total de 56,43% da meta estabelecida. Estavam previstas a vacinação de 25.887 pessoas para a terceira dose e 23.340 para a segunda, num total de 49.227 cidadãos com idade entre 9 e 44 anos, 11 meses e 29 dias. Para ter eficácia a vacina deveria ser tomada em três doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

O secretário municipal de Saúde e Prevenção, Paulo Henrique de Oliveira, lamentou a baixa procura pela vacinação contra a dengue e afirmou que foram vários esforços para que a realidade fosse outra. “Oferecemos toda a estrutura necessária para que a população fosse vacinada em nossas 14 unidades básicas. Quatro delas passaram a atender em horário estendido nas últimas semanas, até 23h, e chegamos até a destacar equipes que iam de casa em casa, por determinação do prefeito Marcelo Roque”, lamentou.

Todo o esforço foi positivo, na opinião do secretário, caso contrário os índices seriam ainda piores. Paulo Henrique de Oliveira também relembrou os trabalhos para que a população seja conscientizada sobre a importância de não criar o mosquito Aedes Aegypti como “animal de estimação”.

“Nossos agentes de endemias e comunitários de saúde estão se esforçando há meses para percorrer todos os bairros, orientando e até realizando limpeza dos imóveis. Fizemos também os mutirões determinados pelo prefeito Marcelo Roque, com cerca de 300 pessoas, incluindo os cargos comissionados, para que a situação não fosse pior”, destacou o secretário municipal de Saúde.

Levando em consideração os dados levantados recentemente de que o índice de infestação do Aedes Aegypti é alto na maioria dos bairros de Paranaguá, o trabalho continua. “Não podemos parar. Estamos prestes a chegar ao verão e não podemos baixar a guarda. Mas nossa população tem que lembrar de que também é responsável pelo combate a esse mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela”, relatou prefeito Marcelo Roque. “Não queremos mais registrar a morte de parnanguaras, como ocorreu em 2016, mas não podemos ser irresponsáveis e alertar nossa população, pois estamos na eminência de termos uma nova epidemia”, declarou o prefeito Marcelo Roque.


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Jornalista: Osvaldo Capetta

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