Escola de Formação Esportiva transforma a rotina de mais de mil crianças da rede municipal de Paranaguá
Iniciativa da Prefeitura leva 12 modalidades às escolas municipais, promovendo saúde, lazer e inclusão no ensino integral e no contraturno.
A Prefeitura de Paranaguá implantou, neste ano, a Escola de Formação Esportiva, iniciativa que já alcança mais de 1.200 alunos da Rede Municipal de Educação em 15 escolas da cidade, incluindo as áreas urbanas e rurais. O projeto oferta mais de 12 modalidades esportivas – entre elas mini-handebol, futsal, futebol de campo, vôlei, judô, capoeira, jiu-jitsu, ginástica rítmica e até surf. As atividades acontecem tanto no ensino integral quanto no contraturno.
O objetivo é garantir às crianças novas oportunidades de lazer, saúde, socialização e aprendizado, além de incentivar a formação de futuros atletas. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e Ensino Integral (Semedi), a Secretaria de Esportes (Sespor) e empresas parceiras.
A secretária municipal de Educação e Ensino Integral, Fabíola Arcega, destaca que o projeto nasceu da preocupação em ampliar o acesso ao esporte dentro das escolas. “Criamos a Escola de Formação Esportiva para que as crianças tivessem essa oportunidade também no contraturno. A iniciativa já está presente em 15 escolas, atendendo inclusive as do campo. Ela garante qualidade de vida, saúde, amizade e socialização. E, quem sabe, pode até revelar futuros atletas. Já temos alunos que participaram de festivais e foram premiados, o que nos deixa muito felizes”, disse.
O diretor da Escola de Formação Esportiva, Thiago Nascimento, reforça o impacto do programa. “Hoje temos mais de 1.200 crianças praticando esporte em várias modalidades. É gratificante ver os alunos se divertindo e aprendendo. Nosso objetivo é crescer ainda mais, chegar a todas as escolas da rede e atender até 5.000 alunos nos próximos anos”, completou.
Modalidades em destaque
O projeto tem se multiplicado em diferentes escolas e alcançado resultados expressivos.
Na Escola Municipal Tiradentes, em Alexandra, o professor Luiz Aurélio Teixeira coordena o mini-handebol, que atende 20 alunos. “O esporte vai além do gol. Ele traz qualidade de vida, melhora a concentração e ensina o trabalho em equipe. É fundamental para o desenvolvimento dos alunos”, explicou.
Arthur dos Santos Freitas, de 8 anos, já colhe os frutos. “Eu gosto muito do mini-handebol. Ele me ajuda a fazer amigos, ter mais concentração e sair da frente da TV para brincar na escola”, disse.
Na Escola Graciela Almada Dias, na Ilha dos Valadares, o professor Anderson Milonas Aguiar conduz o judô com turmas de crianças a partir dos 5 anos. “O judô começa como ferramenta educacional, transmitindo valores como respeito e benefício mútuo. Depois evolui para a iniciação esportiva, descoberta de talentos e rendimento. O esporte agrega disciplina, saúde e cidadania”, destacou.
A aluna Celina Cordeiro Barreto, de 7 anos, confirma o entusiasmo. “Estou achando muito legal aprender judô. Aprendo bastante coisas, como a me defender”, contou.
Inclusão e novas oportunidades
O programa também se destaca pela diversidade de modalidades e pela inclusão social.
Na Escola Profª Eloína Loyola Vianna, no Bockmann, o mestre Luiz Paulo Matraca ensina capoeira para cerca de 80 alunos. “A capoeira é cultura, inclusão social e cidadania. Aqui, as crianças aprendem disciplina, autoestima e se conectam com a identidade local e a tradição brasileira”, acrescentou.
No contraturno da Escola Edinéa Marize Marques Garcia, no Jardim Samambaia, as atividades vão do handebol ao jiu-jitsu, com foco também na inclusão de crianças com deficiência. Para o professor Robert Figueira, o jiu-jitsu vai muito além da prática esportiva. “É uma das artes marciais que mais crescem no Brasil e, dentro da escola, contribui para a formação cidadã, ensinando disciplina, respeito e defesa pessoal. Também trabalhamos com alunos autistas e com deficiência, garantindo que todos tenham a oportunidade de participar”, disse.
A estudante Helena Cecília Lopes Martins, de 9 anos, destaca a importância da modalidade em sua rotina. “Já aprendi bastante coisa no jiu-jitsu e quero ensinar quando for maior. Se não fosse aqui na escola, eu não teria essa oportunidade”, contou.
Na Escola Municipal Presidente Costa e Silva, no bairro do Rocio, o estagiário da Associação Novo Esporte do Litoral Paranaense (Nelp Univolei), Felipe Padovani, destaca o papel do vôlei como esporte coletivo. “O vôlei vai além da técnica. Ele ensina coletividade, respeito e atenção. Mesmo com apenas uma aula por semana, os alunos se dedicam, valorizam cada momento e aprendem a trabalhar em equipe. Daqui podem sair grandes atletas, mas, acima de tudo, bons cidadãos”, disse.
A aluna Sofie Isabel Alves Mota, de 10 anos, também valoriza a oportunidade. “Acho muito legal poder experimentar vários esportes. No vôlei, estou aprendendo bastante. Antes eu não sabia jogar, mas agora já consigo. Gosto também do alongamento que fazemos nas aulas”, afirmou.
Da quadra à praia: surf como ferramenta de transformação
Entre os destaques está o projeto Ondas da Transformação, que leva o surf às escolas públicas, como a Escola Municipal Presidente Costa e Silva, no bairro Rocio. O coordenador Alessandro do Rosário explica que a modalidade vai muito além do esporte. “O surf é caro, mas aqui os alunos têm acesso gratuito a prancha, roupa de borracha, transporte e alimentação. Trabalhamos valores, disciplina e cidadania. O objetivo não é só formar atletas, mas formar cidadãos conscientes e ambientalmente responsáveis”, destacou.
A estudante Laura do Carmo Floriano, de 10 anos, compartilha sua vivência com o esporte. “O surf me diverte, me ajuda no equilíbrio e me ensina a cuidar da natureza. Meu sonho é ser atleta, e minha mãe até vai comprar uma prancha para eu treinar”, disse.
Um futuro mais saudável e cheio de possibilidades
Além de afastar as crianças do ócio e das ruas, a Escola de Formação Esportiva amplia horizontes, fortalece vínculos com a comunidade e cria oportunidades que muitas vezes seriam inalcançáveis.
A professora de ginástica rítmica, Ariele Cristine Moura, destaca a transformação proporcionada pela modalidade. “Muitas meninas poderiam estar na rua, mas aqui encontram disciplina, amizade e até a chance de sonhar em se tornar atletas de elite. O esporte abre caminhos e transforma vidas”, comentou.
A estudante Helena Merino Cabral, de 9 anos, reforça a importância do esporte em sua rotina. “Faço ginástica há três anos e gosto muito. Ela me ajuda na flexibilidade, na saúde e me diverte bastante”, afirmou.
Na Escola Edinéa Marize Marques Garcia, no Jardim Samambaia, o professor Matheus Felipe Lourenço coordena o handebol e ressalta a importância de inserir diferentes modalidades dentro da escola. “Esporte e educação precisam caminhar juntos. O handebol ensina disciplina, melhora a concentração e reflete até no desempenho escolar. Nem toda criança gosta de futebol ou vôlei; por isso, é fundamental que elas tenham contato com várias práticas, para descobrirem com qual se identificam mais”, avaliou.
O estudante João Lucas de França, de 10 anos, já descobriu um novo interesse. “Eu gosto muito de futebol, mas conhecer o handebol na escola foi muito legal. Fiz novos amigos, já participei de campeonatos e fico feliz com essa oportunidade”, contou.
A iniciativa integra o compromisso da Administração Municipal em promover uma educação mais completa, que una ensino, esporte, lazer e cidadania. “O esporte dentro da escola é mais do que atividade física. É ferramenta de transformação social, de aprendizado e de oportunidades. A Escola de Formação Esportiva é um legado que vai marcar a vida das crianças e famílias de Paranaguá”, concluiu a secretária Fabíola Arcega.
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O objetivo é garantir às crianças novas oportunidades de lazer, saúde, socialização e aprendizado, além de incentivar a formação de futuros atletas. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e Ensino Integral (Semedi), a Secretaria de Esportes (Sespor) e empresas parceiras.
A secretária municipal de Educação e Ensino Integral, Fabíola Arcega, destaca que o projeto nasceu da preocupação em ampliar o acesso ao esporte dentro das escolas. “Criamos a Escola de Formação Esportiva para que as crianças tivessem essa oportunidade também no contraturno. A iniciativa já está presente em 15 escolas, atendendo inclusive as do campo. Ela garante qualidade de vida, saúde, amizade e socialização. E, quem sabe, pode até revelar futuros atletas. Já temos alunos que participaram de festivais e foram premiados, o que nos deixa muito felizes”, disse.
O diretor da Escola de Formação Esportiva, Thiago Nascimento, reforça o impacto do programa. “Hoje temos mais de 1.200 crianças praticando esporte em várias modalidades. É gratificante ver os alunos se divertindo e aprendendo. Nosso objetivo é crescer ainda mais, chegar a todas as escolas da rede e atender até 5.000 alunos nos próximos anos”, completou.
Modalidades em destaque
O projeto tem se multiplicado em diferentes escolas e alcançado resultados expressivos.
Na Escola Municipal Tiradentes, em Alexandra, o professor Luiz Aurélio Teixeira coordena o mini-handebol, que atende 20 alunos. “O esporte vai além do gol. Ele traz qualidade de vida, melhora a concentração e ensina o trabalho em equipe. É fundamental para o desenvolvimento dos alunos”, explicou.
Arthur dos Santos Freitas, de 8 anos, já colhe os frutos. “Eu gosto muito do mini-handebol. Ele me ajuda a fazer amigos, ter mais concentração e sair da frente da TV para brincar na escola”, disse.
Na Escola Graciela Almada Dias, na Ilha dos Valadares, o professor Anderson Milonas Aguiar conduz o judô com turmas de crianças a partir dos 5 anos. “O judô começa como ferramenta educacional, transmitindo valores como respeito e benefício mútuo. Depois evolui para a iniciação esportiva, descoberta de talentos e rendimento. O esporte agrega disciplina, saúde e cidadania”, destacou.
A aluna Celina Cordeiro Barreto, de 7 anos, confirma o entusiasmo. “Estou achando muito legal aprender judô. Aprendo bastante coisas, como a me defender”, contou.
Inclusão e novas oportunidades
O programa também se destaca pela diversidade de modalidades e pela inclusão social.
Na Escola Profª Eloína Loyola Vianna, no Bockmann, o mestre Luiz Paulo Matraca ensina capoeira para cerca de 80 alunos. “A capoeira é cultura, inclusão social e cidadania. Aqui, as crianças aprendem disciplina, autoestima e se conectam com a identidade local e a tradição brasileira”, acrescentou.
No contraturno da Escola Edinéa Marize Marques Garcia, no Jardim Samambaia, as atividades vão do handebol ao jiu-jitsu, com foco também na inclusão de crianças com deficiência. Para o professor Robert Figueira, o jiu-jitsu vai muito além da prática esportiva. “É uma das artes marciais que mais crescem no Brasil e, dentro da escola, contribui para a formação cidadã, ensinando disciplina, respeito e defesa pessoal. Também trabalhamos com alunos autistas e com deficiência, garantindo que todos tenham a oportunidade de participar”, disse.
A estudante Helena Cecília Lopes Martins, de 9 anos, destaca a importância da modalidade em sua rotina. “Já aprendi bastante coisa no jiu-jitsu e quero ensinar quando for maior. Se não fosse aqui na escola, eu não teria essa oportunidade”, contou.
Na Escola Municipal Presidente Costa e Silva, no bairro do Rocio, o estagiário da Associação Novo Esporte do Litoral Paranaense (Nelp Univolei), Felipe Padovani, destaca o papel do vôlei como esporte coletivo. “O vôlei vai além da técnica. Ele ensina coletividade, respeito e atenção. Mesmo com apenas uma aula por semana, os alunos se dedicam, valorizam cada momento e aprendem a trabalhar em equipe. Daqui podem sair grandes atletas, mas, acima de tudo, bons cidadãos”, disse.
A aluna Sofie Isabel Alves Mota, de 10 anos, também valoriza a oportunidade. “Acho muito legal poder experimentar vários esportes. No vôlei, estou aprendendo bastante. Antes eu não sabia jogar, mas agora já consigo. Gosto também do alongamento que fazemos nas aulas”, afirmou.
Da quadra à praia: surf como ferramenta de transformação
Entre os destaques está o projeto Ondas da Transformação, que leva o surf às escolas públicas, como a Escola Municipal Presidente Costa e Silva, no bairro Rocio. O coordenador Alessandro do Rosário explica que a modalidade vai muito além do esporte. “O surf é caro, mas aqui os alunos têm acesso gratuito a prancha, roupa de borracha, transporte e alimentação. Trabalhamos valores, disciplina e cidadania. O objetivo não é só formar atletas, mas formar cidadãos conscientes e ambientalmente responsáveis”, destacou.
A estudante Laura do Carmo Floriano, de 10 anos, compartilha sua vivência com o esporte. “O surf me diverte, me ajuda no equilíbrio e me ensina a cuidar da natureza. Meu sonho é ser atleta, e minha mãe até vai comprar uma prancha para eu treinar”, disse.
Um futuro mais saudável e cheio de possibilidades
Além de afastar as crianças do ócio e das ruas, a Escola de Formação Esportiva amplia horizontes, fortalece vínculos com a comunidade e cria oportunidades que muitas vezes seriam inalcançáveis.
A professora de ginástica rítmica, Ariele Cristine Moura, destaca a transformação proporcionada pela modalidade. “Muitas meninas poderiam estar na rua, mas aqui encontram disciplina, amizade e até a chance de sonhar em se tornar atletas de elite. O esporte abre caminhos e transforma vidas”, comentou.
A estudante Helena Merino Cabral, de 9 anos, reforça a importância do esporte em sua rotina. “Faço ginástica há três anos e gosto muito. Ela me ajuda na flexibilidade, na saúde e me diverte bastante”, afirmou.
Na Escola Edinéa Marize Marques Garcia, no Jardim Samambaia, o professor Matheus Felipe Lourenço coordena o handebol e ressalta a importância de inserir diferentes modalidades dentro da escola. “Esporte e educação precisam caminhar juntos. O handebol ensina disciplina, melhora a concentração e reflete até no desempenho escolar. Nem toda criança gosta de futebol ou vôlei; por isso, é fundamental que elas tenham contato com várias práticas, para descobrirem com qual se identificam mais”, avaliou.
O estudante João Lucas de França, de 10 anos, já descobriu um novo interesse. “Eu gosto muito de futebol, mas conhecer o handebol na escola foi muito legal. Fiz novos amigos, já participei de campeonatos e fico feliz com essa oportunidade”, contou.
A iniciativa integra o compromisso da Administração Municipal em promover uma educação mais completa, que una ensino, esporte, lazer e cidadania. “O esporte dentro da escola é mais do que atividade física. É ferramenta de transformação social, de aprendizado e de oportunidades. A Escola de Formação Esportiva é um legado que vai marcar a vida das crianças e famílias de Paranaguá”, concluiu a secretária Fabíola Arcega.
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