EJA de Paranaguá recebe material didático pela primeira vez e fortalece ensino para jovens e adultos
Iniciativa garante suporte pedagógico específico e atende cerca de 300 alunos em 16 unidades descentralizadas.
Na manhã desta sexta-feira, dia 13, a vice-prefeita Fabiana Parro visitou a Escola Municipal Edite Lobo, polo da Educação de Jovens e Adultos (EJA) em Paranaguá. Durante a agenda, além de conhecer as instalações e ouvir a equipe pedagógica, foi destacada uma mudança importante para a modalidade: a chegada, pela primeira vez, de material estruturado voltado especificamente para a EJA.
Segundo a vice-prefeita, a medida representa mais organização e suporte ao trabalho desenvolvido em sala de aula. “Até então, os professores precisavam produzir todo o conteúdo, adaptando e construindo as atividades conforme a realidade dos alunos. Agora há uma base estruturada, que dá mais segurança pedagógica e qualifica o processo de ensino. É um avanço importante para quem ensina e para quem aprende”, afirmou.
Fabiana também ressaltou o impacto simbólico da iniciativa para os estudantes. “Para muitos, ter um livro em mãos é algo que carrega significado. Estamos falando de adultos que retomam os estudos e que passam a ter mais autonomia para ler, escrever e compreender documentos do dia a dia. Isso tem um peso muito grande na vida dessas pessoas”, disse.
O secretário municipal de Educação e Ensino Integral, Thiago do Nascimento, destacou que a iniciativa consolida a EJA como parte integrante da política educacional do Município. “A EJA atende um público com trajetórias diversas e precisa de estratégias próprias. Garantir material adequado é assegurar melhores condições de planejamento, alinhamento curricular e acompanhamento da aprendizagem. É uma medida que fortalece a rede como um todo e promove mais equidade entre as modalidades”, destacou.
A pedagoga e coordenadora da EJA no polo Edite Lobo, Ana Maria da Silva Gabriel, explicou que a modalidade nunca havia recebido material específico, o que exigia adaptações constantes por parte da equipe pedagógica. “Isso foi uma conquista muito grande para nós, porque a EJA nunca teve material didático. Vinha material para a rede, mas a EJA parecia que não fazia parte da rede, porque não vinha esse material. Nós trabalhávamos a partir da avaliação diagnóstica, identificando as dificuldades dos alunos e criando o conteúdo para eles”, relatou.
Segundo ela, os professores precisavam adaptar conteúdos pensados para o ensino regular do 1º ao 5º ano, considerando que o público da EJA é formado por estudantes de 15 a 80 anos. “Temos hoje alunos com 80 ou 81 anos em sala de aula. Nem tudo podia ser aplicado. Agora, tendo material didático, é a prova de que a EJA está tendo mais visibilidade nessa gestão. Foi um olhar diferenciado, que vai enriquecer muito o trabalho dos professores”, celebrou.
Atendimento em 16 unidades e crescimento nas matrículas
A EJA em Paranaguá atende atualmente cerca de 300 alunos, com matrículas abertas ao longo do ano. O município conta com 16 unidades descentralizadas, além do polo na Escola Edite Lobo, que oferece turmas nos períodos da manhã, tarde e noite.
Na unidade polo, aproximadamente 60 alunos estão distribuídos entre os turnos. O espaço atende estudantes da Educação Especial, com turmas específicas nos três períodos, compostas por alunos laudados que recebem acompanhamento adequado às suas necessidades.
Preparação para o mercado de trabalho
Além da formação básica, a modalidade desenvolve ações voltadas à inserção profissional. Os alunos participam de oficinas e recebem orientações para entrevistas de emprego. Já houve estudantes encaminhados para estágio na Prefeitura e em empresas como Pernambucanas, Havan e Bavaresco.
“Trabalhamos a formação para além da alfabetização. Nosso objetivo é ampliar oportunidades e fortalecer a autonomia desses alunos”, concluiu a coordenadora.
> Encontre-nos no Facebook
Segundo a vice-prefeita, a medida representa mais organização e suporte ao trabalho desenvolvido em sala de aula. “Até então, os professores precisavam produzir todo o conteúdo, adaptando e construindo as atividades conforme a realidade dos alunos. Agora há uma base estruturada, que dá mais segurança pedagógica e qualifica o processo de ensino. É um avanço importante para quem ensina e para quem aprende”, afirmou.
Fabiana também ressaltou o impacto simbólico da iniciativa para os estudantes. “Para muitos, ter um livro em mãos é algo que carrega significado. Estamos falando de adultos que retomam os estudos e que passam a ter mais autonomia para ler, escrever e compreender documentos do dia a dia. Isso tem um peso muito grande na vida dessas pessoas”, disse.
O secretário municipal de Educação e Ensino Integral, Thiago do Nascimento, destacou que a iniciativa consolida a EJA como parte integrante da política educacional do Município. “A EJA atende um público com trajetórias diversas e precisa de estratégias próprias. Garantir material adequado é assegurar melhores condições de planejamento, alinhamento curricular e acompanhamento da aprendizagem. É uma medida que fortalece a rede como um todo e promove mais equidade entre as modalidades”, destacou.
A pedagoga e coordenadora da EJA no polo Edite Lobo, Ana Maria da Silva Gabriel, explicou que a modalidade nunca havia recebido material específico, o que exigia adaptações constantes por parte da equipe pedagógica. “Isso foi uma conquista muito grande para nós, porque a EJA nunca teve material didático. Vinha material para a rede, mas a EJA parecia que não fazia parte da rede, porque não vinha esse material. Nós trabalhávamos a partir da avaliação diagnóstica, identificando as dificuldades dos alunos e criando o conteúdo para eles”, relatou.
Segundo ela, os professores precisavam adaptar conteúdos pensados para o ensino regular do 1º ao 5º ano, considerando que o público da EJA é formado por estudantes de 15 a 80 anos. “Temos hoje alunos com 80 ou 81 anos em sala de aula. Nem tudo podia ser aplicado. Agora, tendo material didático, é a prova de que a EJA está tendo mais visibilidade nessa gestão. Foi um olhar diferenciado, que vai enriquecer muito o trabalho dos professores”, celebrou.
Atendimento em 16 unidades e crescimento nas matrículas
A EJA em Paranaguá atende atualmente cerca de 300 alunos, com matrículas abertas ao longo do ano. O município conta com 16 unidades descentralizadas, além do polo na Escola Edite Lobo, que oferece turmas nos períodos da manhã, tarde e noite.
Na unidade polo, aproximadamente 60 alunos estão distribuídos entre os turnos. O espaço atende estudantes da Educação Especial, com turmas específicas nos três períodos, compostas por alunos laudados que recebem acompanhamento adequado às suas necessidades.
Preparação para o mercado de trabalho
Além da formação básica, a modalidade desenvolve ações voltadas à inserção profissional. Os alunos participam de oficinas e recebem orientações para entrevistas de emprego. Já houve estudantes encaminhados para estágio na Prefeitura e em empresas como Pernambucanas, Havan e Bavaresco.
“Trabalhamos a formação para além da alfabetização. Nosso objetivo é ampliar oportunidades e fortalecer a autonomia desses alunos”, concluiu a coordenadora.
> Encontre-nos no Facebook

