Secretaria de Saúde alerta sobre o uso indiscriminado de canetas emagrecedoras e substâncias de origem irregular
A Anvisa informa que medicamentos sem registro no país somente podem ingressar no Brasil em hipóteses restritas
A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população sobre os riscos do uso indiscriminado de canetas emagrecedoras, especialmente produtos à base de tirzepatida e outras substâncias adquiridas fora dos canais regulares de comercialização. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem reforçado medidas de fiscalização e apreensão de produtos irregulares, incluindo lotes de tirzepatida sem regularidade sanitária, além de alertar para a circulação de medicamentos sem registro e de origem duvidosa.
A autarquia também tem apontado irregularidades em estabelecimentos que manipulam ou distribuem essas substâncias em desacordo com as normas sanitárias. É fundamental esclarecer que a venda e a comercialização clandestina desses produtos, inclusive por meios informais, redes sociais ou consultórios sem observância das exigências legais, configuram grave irregularidade sanitária.
A importação de medicamentos para uso pessoal possui regras específicas e excepcionais, mas o comércio e a revenda de produtos sem regularização sanitária não são permitidos.
A Anvisa informa, ainda, que medicamentos sem registro no país somente podem ingressar no Brasil em hipóteses restritas, para uso exclusivamente pessoal e mediante cumprimento dos requisitos aplicáveis. O risco à saúde é elevado. Quando o produto é adquirido no comércio ilegal, não há garantia quanto à sua origem, autenticidade, composição, armazenamento ou transporte.
Isso significa que o consumidor pode estar diante de produto falsificado, contaminado, degradado ou sem qualquer controle efetivo de qualidade. No caso dessas substâncias, o transporte e a conservação inadequados, especialmente sem controle de temperatura, podem comprometer a estabilidade do medicamento e ampliar os riscos de danos à saúde.
Além disso, o uso dessas substâncias sem acompanhamento adequado de profissionais habilitados compromete a segurança e a própria eficácia do tratamento. O alcance de resultados consistentes e seguros depende de avaliação clínica individualizada, acompanhamento médico, orientação nutricional, suporte de educação física e inserção do paciente em programa responsável de reeducação alimentar e cuidado contínuo.
A automedicação, o uso por indicação informal e a busca por resultados rápidos sem supervisão técnica podem levar a complicações severas. O emprego inadequado dessas substâncias pode agravar condições pré-existentes, provocar efeitos adversos importantes e expor o paciente a situações graves, inclusive com risco de óbito.
O secretário municipal de Saúde, Dr. Daniel Fangueiro, reforça que a população deve estar atenta e evitar a aquisição de medicamentos por vias irregulares.
“Em caso de conhecimento de venda clandestina, importação irregular, distribuição informal ou qualquer outra prática sanitariamente irregular, a orientação é que a denúncia seja encaminhada à Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde”, declara. A Secretaria municipal de Saúde reafirma seu compromisso com a proteção da saúde pública e orienta a população a buscar sempre atendimento regular.
> Encontre-nos no Facebook
A autarquia também tem apontado irregularidades em estabelecimentos que manipulam ou distribuem essas substâncias em desacordo com as normas sanitárias. É fundamental esclarecer que a venda e a comercialização clandestina desses produtos, inclusive por meios informais, redes sociais ou consultórios sem observância das exigências legais, configuram grave irregularidade sanitária.
A importação de medicamentos para uso pessoal possui regras específicas e excepcionais, mas o comércio e a revenda de produtos sem regularização sanitária não são permitidos.
A Anvisa informa, ainda, que medicamentos sem registro no país somente podem ingressar no Brasil em hipóteses restritas, para uso exclusivamente pessoal e mediante cumprimento dos requisitos aplicáveis. O risco à saúde é elevado. Quando o produto é adquirido no comércio ilegal, não há garantia quanto à sua origem, autenticidade, composição, armazenamento ou transporte.
Isso significa que o consumidor pode estar diante de produto falsificado, contaminado, degradado ou sem qualquer controle efetivo de qualidade. No caso dessas substâncias, o transporte e a conservação inadequados, especialmente sem controle de temperatura, podem comprometer a estabilidade do medicamento e ampliar os riscos de danos à saúde.
Além disso, o uso dessas substâncias sem acompanhamento adequado de profissionais habilitados compromete a segurança e a própria eficácia do tratamento. O alcance de resultados consistentes e seguros depende de avaliação clínica individualizada, acompanhamento médico, orientação nutricional, suporte de educação física e inserção do paciente em programa responsável de reeducação alimentar e cuidado contínuo.
A automedicação, o uso por indicação informal e a busca por resultados rápidos sem supervisão técnica podem levar a complicações severas. O emprego inadequado dessas substâncias pode agravar condições pré-existentes, provocar efeitos adversos importantes e expor o paciente a situações graves, inclusive com risco de óbito.
O secretário municipal de Saúde, Dr. Daniel Fangueiro, reforça que a população deve estar atenta e evitar a aquisição de medicamentos por vias irregulares.
“Em caso de conhecimento de venda clandestina, importação irregular, distribuição informal ou qualquer outra prática sanitariamente irregular, a orientação é que a denúncia seja encaminhada à Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde”, declara. A Secretaria municipal de Saúde reafirma seu compromisso com a proteção da saúde pública e orienta a população a buscar sempre atendimento regular.
> Encontre-nos no Facebook

