Semdir fortalece rede de proteção às mulheres em capacitação para profissionais da educação
Programa “Mulher, Viver sem Violência, Acolher Também é Proteger” reforça atuação das escolas no enfrentamento à violência contra a mulher
A Secretaria da Mulher, Desenvolvimento Social e Igualdade Racial (Semdir) realizou, nesta semana, mais uma etapa do programa “Mulher, Viver sem Violência, Acolher Também é Proteger”, com ações de sensibilização voltadas aos diretores das escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) da rede municipal de ensino.
A iniciativa teve como objetivo fortalecer a atuação da educação na rede de proteção às mulheres em situação de violência, além de ampliar o conhecimento sobre os serviços de atendimento e acolhimento existentes no município.
A secretária da Semdir, Carolina Miranda, destacou o início de um ciclo de capacitações voltado aos servidores municipais.
“Demos início a um ciclo de capacitação organizado pelo Departamento da Mulher. Essas capacitações têm como objetivo levar informações sobre o fluxo de atendimento e o enfrentamento da violência contra a mulher, para que todos os servidores da Prefeitura Municipal tenham ciência dos serviços ofertados pelo Departamento da Mulher, sobretudo da forma de atendimento do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), implementado neste primeiro semestre. O objetivo é que todas as frentes de atuação saibam como atender a mulher e para onde encaminhá-la, garantindo a proteção dos direitos das mulheres parnanguaras e fortalecendo o enfrentamento à violência contra a mulher”, afirmou.
De acordo com a superintendente da Semdir, Fabíola Arcega, esta foi a segunda ação do programa e teve foco na capacitação dos gestores escolares.
“Estamos com o programa denominado Mulher, Viver sem Violência, Acolher Também é Proteger. São ações de sensibilização direcionadas aos diretores das escolas e CMEIs da rede municipal de ensino, onde abordamos os tipos de violência, a rede de enfrentamento, a rede de apoio, a Casa da Mulher Parnanguara e o papel da educação dentro dessa rede de atendimento”, explicou.
Fabíola destacou ainda, que, a parceria entre a Semdir e as unidades de ensino é fundamental para garantir proteção e acolhimento às mulheres e seus filhos.
“Sabemos que a escola fortalece a rede de apoio, amplia a segurança dessas famílias e contribui para o rompimento do ciclo da violência. Sensibilizar as equipes escolares é reforçar a responsabilidade essencial de garantir um atendimento humanizado e comprometido com os direitos das famílias”, ressaltou.
Casa da Mulher Parnanguara
A assistente social Gisela Corrêa Almeida destacou a importância da Casa da Mulher Parnanguara como equipamento especializado no atendimento às vítimas de violência.
“Paranaguá dispõe de um equipamento específico criado para a proteção de mulheres vítimas de violência: a Casa da Mulher Parnanguara. No local funciona o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), destinado a mulheres entre 18 e 59 anos que sofreram violações de direitos, além do acolhimento institucional para vítimas de violência enquadradas na Lei Maria da Penha e que estejam em risco”, explicou.
Segundo ela, o acolhimento é provisório e pode durar até 72 horas, período necessário para a adoção das demais medidas protetivas.
Formação fortalece atuação das escolas
A diretora da Escola Municipal Almirante Tamandaré, Ivone Ramos, avaliou positivamente a formação promovida pela Semdir e destacou a relevância da parceria entre a gestão escolar e a Secretaria Municipal de Educação.
“Tive a oportunidade de participar de uma formação na Casa da Mulher Parnanguara, um momento de grande aprendizado e reflexão. Recebemos orientações importantes sobre a rede de proteção e o papel fundamental da escola nesse processo. Foi um encontro essencial para fortalecer nosso compromisso com o cuidado, a proteção e a garantia de direitos”, afirmou.
Para a psicóloga da Casa da Mulher Parnanguara, Suelen Cristie Mariano, a capacitação é fundamental para consolidar uma atuação integrada entre os diferentes setores.
“A função da capacitação é fortalecer a rede, esclarecer dúvidas, favorecer que o serviço siga um padrão técnico de procedimentos e fluxos e, principalmente, fazer ressoar que a política pública para mulheres possui caráter intersetorial, interseccional e transdisciplinar, sendo responsabilidade de todos os integrantes da rede. Com isso, produzimos um enfrentamento mais efetivo da violência doméstica e contra a mulher”, destacou.
As ações do programa “Mulher, Viver sem Violência, Acolher Também é Proteger” terão continuidade com novas atividades de sensibilização, buscando ampliar o conhecimento e fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres em situação de violência em Paranaguá.
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A iniciativa teve como objetivo fortalecer a atuação da educação na rede de proteção às mulheres em situação de violência, além de ampliar o conhecimento sobre os serviços de atendimento e acolhimento existentes no município.
A secretária da Semdir, Carolina Miranda, destacou o início de um ciclo de capacitações voltado aos servidores municipais.
“Demos início a um ciclo de capacitação organizado pelo Departamento da Mulher. Essas capacitações têm como objetivo levar informações sobre o fluxo de atendimento e o enfrentamento da violência contra a mulher, para que todos os servidores da Prefeitura Municipal tenham ciência dos serviços ofertados pelo Departamento da Mulher, sobretudo da forma de atendimento do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), implementado neste primeiro semestre. O objetivo é que todas as frentes de atuação saibam como atender a mulher e para onde encaminhá-la, garantindo a proteção dos direitos das mulheres parnanguaras e fortalecendo o enfrentamento à violência contra a mulher”, afirmou.
De acordo com a superintendente da Semdir, Fabíola Arcega, esta foi a segunda ação do programa e teve foco na capacitação dos gestores escolares.
“Estamos com o programa denominado Mulher, Viver sem Violência, Acolher Também é Proteger. São ações de sensibilização direcionadas aos diretores das escolas e CMEIs da rede municipal de ensino, onde abordamos os tipos de violência, a rede de enfrentamento, a rede de apoio, a Casa da Mulher Parnanguara e o papel da educação dentro dessa rede de atendimento”, explicou.
Fabíola destacou ainda, que, a parceria entre a Semdir e as unidades de ensino é fundamental para garantir proteção e acolhimento às mulheres e seus filhos.
“Sabemos que a escola fortalece a rede de apoio, amplia a segurança dessas famílias e contribui para o rompimento do ciclo da violência. Sensibilizar as equipes escolares é reforçar a responsabilidade essencial de garantir um atendimento humanizado e comprometido com os direitos das famílias”, ressaltou.
Casa da Mulher Parnanguara
A assistente social Gisela Corrêa Almeida destacou a importância da Casa da Mulher Parnanguara como equipamento especializado no atendimento às vítimas de violência.
“Paranaguá dispõe de um equipamento específico criado para a proteção de mulheres vítimas de violência: a Casa da Mulher Parnanguara. No local funciona o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), destinado a mulheres entre 18 e 59 anos que sofreram violações de direitos, além do acolhimento institucional para vítimas de violência enquadradas na Lei Maria da Penha e que estejam em risco”, explicou.
Segundo ela, o acolhimento é provisório e pode durar até 72 horas, período necessário para a adoção das demais medidas protetivas.
Formação fortalece atuação das escolas
A diretora da Escola Municipal Almirante Tamandaré, Ivone Ramos, avaliou positivamente a formação promovida pela Semdir e destacou a relevância da parceria entre a gestão escolar e a Secretaria Municipal de Educação.
“Tive a oportunidade de participar de uma formação na Casa da Mulher Parnanguara, um momento de grande aprendizado e reflexão. Recebemos orientações importantes sobre a rede de proteção e o papel fundamental da escola nesse processo. Foi um encontro essencial para fortalecer nosso compromisso com o cuidado, a proteção e a garantia de direitos”, afirmou.
Para a psicóloga da Casa da Mulher Parnanguara, Suelen Cristie Mariano, a capacitação é fundamental para consolidar uma atuação integrada entre os diferentes setores.
“A função da capacitação é fortalecer a rede, esclarecer dúvidas, favorecer que o serviço siga um padrão técnico de procedimentos e fluxos e, principalmente, fazer ressoar que a política pública para mulheres possui caráter intersetorial, interseccional e transdisciplinar, sendo responsabilidade de todos os integrantes da rede. Com isso, produzimos um enfrentamento mais efetivo da violência doméstica e contra a mulher”, destacou.
As ações do programa “Mulher, Viver sem Violência, Acolher Também é Proteger” terão continuidade com novas atividades de sensibilização, buscando ampliar o conhecimento e fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres em situação de violência em Paranaguá.
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