Publicado em 07 de Setembro de 2011

Ato cívico substitui desfile de 7 de Setembro por conta da chuva

Evento aconteceu no ginásio de esportes Joaquim Tramujas e reuniu centenas de pessoas, dentre elas o prefeito José Baka Filho, secretários municipais, professores da rede pública e pais de alunos. Desfile aconteceria na avenida Maximiniano da Fonseca, mas foi cancelado devido ao mau tempo.
A chuva impediu a realização do tradicional desfile de 7 de Setembro nesta quarta-feira, na avenida Maximiniano da Fonseca. Entretanto, para marcar a Independência do Brasil, foi realizado ato cívico no ginásio de esportes Joaquim Tramujas, com a presença de centenas de pessoas, dentre elas o prefeito José Baka Filho, diversos secretários municipais, professores da rede pública municipal, pais e alunos das escolas em tempo integral, a chefe do Núcleo Regional de Educação, Selma Camargo Meira, e o vice-prefeito Fabiano Vicente Elias. Houve execução dos hinos do Brasil, da Independência e de Paranaguá, além de apresentação da Banda Mirim das escolas municipais, Coral Municipal, Orquestra Municipal e apresentação do Colégio Estadual Roque Vernalha e da fanfarra do Colégio Moysés Lupion, de Antonina.

A secretária municipal de Educação, Elvira do Rocio Bezerra Geraldo, destacou a importância da comemoração de 7 de Setembro. “Mesmo a chuva não tirou o brilho de nossa apresentação. Nossas crianças deram show nessas apresentações aqui no ginásio. Gostaríamos de mostrar nossos alunos e os trabalhos realizados por nossos professores a um número maior de pessoas, mas o tempo não nos permitiu. Mas fica aqui essa homenagem ao nosso país por essa importante data”, destacou a secretária, que ainda agradeceu a presença de quem foi ao ginásio para participar do ato cívico.

Ao discursar durante o evento, o prefeito lembrou da importância histórica de 7 de Setembro. “Foi nesta data, há 189 anos, que Dom Pedro, premido pela Corte de Lisboa, deu o que se convencionou chamar de Grito do Ipiranga, ou Grito da Independência. O gesto do príncipe sucedeu a ordem para que os soldados arrancassem os laços com as cores portuguesas, laços do poder e da nossa dependência lusitana. Não foi um brado, mas ele ecoou para a história dos povos como se fosse. Afinal, um novo Brasil começou a surgir a partir daquele momento heróico”, disse Baka.

Independência, na opinião do prefeito, “também é Educação do povo”. “Um país se faz forte pelas escolas que constrói, pelas matrículas que faz, pelos professores que têm. Até algumas décadas o Brasil estava vergonhosamente distante de países como Chile, Argentina e Uruguai, os menos ruins da América Latina. Na verdade, as matrículas eram inferiores às da Bolívia e Paraguai. Isso mudou, e rapidamente. Nenhum outro país latino-americano avançou tanto quanto o Brasil. Isso aconteceu a partir da década de 90. A determinação agora é a qualidade. O Brasil busca a qualidade pela qualificação de seus professores. Essa é uma decisão imperativa em nosso município”, comentou Baka.

Outro ponto destacado pelo prefeito durante o discurso foi a integração entre os órgãos em Paranaguá, buscando sempre melhorar a qualidade de vida do povo parnanguara. “Sou um parnanguara que sonha e meu sonho busca o melhor para a cidade. Sonho ver a cidade integrada. Sonho que haja complementaridade de decisões entre porto/cidade e cidade/porto. Sonho com o Terminal de Passageiros e com o Porto Municipal no Embocui. Tudo isso vai compor organicamente um só corpo, uma alma única, independente. Porque independência para os parnanguaras também é isso”, discursou Baka.


Jornalista: Osvaldo Capetta

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